Timor-Leste foi concerteza, o
projecto mais difícil que realizámos até hoje. Desde logo pela distância que
separa Lisboa de Díli, mas também pela barreira linguística que existe com um povo, em que
menos de um terço da população compreende português.
Assim, este ano o projecto foi
realizado por 13 voluntários que conseguiram superar todos os obstáculos e alcançar
os 3 grandes objectivos propostos:
1 - Pintura de uma residência para
acolher estudantes sem condições de prosseguir os seus estudos, durantes as
manhãs
2 - Realização de Expo-Saúdes em 3 locais diferentes, pelas
tardes
3 - Reuniões de testemunho abertas ao público, à
noite
As estes objecitvos juntaram-se mais dois no decorrer do
projecto:
4 - Pintura de casa de uma senhora paraplégica indicada pela
embaixada portuguesa
5 - Concerto vocal de música clássica, gospel e
étnica.
Damos graças a Deus, porque do pouco que podémos levar até
Timor, com ajuda de amigos que criámos lá timorenses, portugueses,
brasileiros, africanos e asiáticos, se pôde transformar em muito e para
muita gente.
Duas frases marcaram esta edição do projecto:
"
Diak ka lei?
" = "Tudo bem?"
e
"
Podemos saber quantas sementes
tem cada maçã, mas não conseguimos determinar, quantas maçãs poderá dar uma
semente!
"
O relato diário desta aventura até Díli, poderão ser revividos a partir do blog
Abraçar Timor